O passaporte

A prova de que uma obra é a obra

Todo certificado de autenticidade promete a mesma coisa: que esta obra específica é genuína. A diferença é se essa promessa se verifica em segundos, por conta própria — ou se depende de confiar em quem assina o papel.

Três camadas, uma prova só

Nada aqui depende de confiar na artisia.art

Impressão de nascença

No momento da certificação, fotografamos a própria superfície da obra — craquelado, textura, pincelada. Isso não se copia: é a única coisa numa falsificação que não dá pra transplantar.

Selo físico

Uma etiqueta com um chip minúsculo, colada na obra com lacre. A cada toque de celular ela gera um código novo — fotografar o de hoje não serve para amanhã. Se alguém arrancar a etiqueta, ela avisa para sempre.

Âncora pública

O resumo criptográfico de todo o histórico da obra é publicado periodicamente fora do nosso controle. Nem a artisia.art consegue reescrever o passado depois disso.

Por que isso importa

O mercado de arte vive de confiar em papel

Os maiores golpes documentados do mercado de arte — os US$ 80 milhões da Knoedler Gallery em Nova York, os falsos Basquiat vendidos com certificados fabricados — não venceram nenhuma criptografia. Venceram um certificado que ninguém conseguia checar de forma independente.

Um passaporte que qualquer pessoa verifica sozinha, no próprio celular, sem pedir permissão a ninguém, muda essa equação: a prova para de depender de quem a emitiu.

Como funciona

Em 4 passos, sem jargão
1

A obra ganha o passaporte

No cadastro, quem certifica anexa documento e fotos — inclusive as macros da superfície que viram a impressão de nascença.

2

A etiqueta é aplicada

Uma tag física é colada e lacrada na obra, vinculada a esse passaporte específico.

3

Qualquer um aproxima o celular

Sem aplicativo, sem conta. O celular abre o passaporte direto — e mostra se a leitura é genuína na hora.

4

Cada evento fica registrado para sempre

Venda, exposição, transferência — tudo entra numa linha do tempo que ninguém, nem a artisia.art, consegue reescrever depois.

Perguntas de quem desconfia

Ceticismo é saudável — respondemos
Isso substitui um perito?

Não. O passaporte prova que UMA obra específica não foi trocada nem adulterada desde que entrou no sistema. A autoria de uma obra sem procedência conhecida ainda depende de perícia — o passaporte é o que garante que essa perícia, feita uma vez, continua valendo para sempre.

E se a artisia.art deixar de existir um dia?

O protocolo de verificação é público e documentado — qualquer pessoa com conhecimento técnico consegue conferir uma tag sem depender do nosso site. É uma condição de design, não uma promessa.

Alguém pode clonar a etiqueta?

O código muda a cada toque — copiar o de hoje não serve amanhã. E a etiqueta tem lacre: removê-la da obra deixa marca permanente que o próprio sistema denuncia.

Veja como fica na prática

Cada obra certificada tem o seu.